sexta-feira, 27 de março de 2009

Sabedoria milenar


Todos vocês são deuses...se pelo menos tivessem consciência disso. O único esforço para esta descoberta é olhar para dentro. Não se concentre na pequena onda do corpo com suas fraquezas, espie mais para fundo. Deus é fonte de todas as nossas alegrias e de todas as manifestações da vida. Quando você compreende a si mesmo como sendo um Deus, que carma pode ter? Deus não tem carma. E você também não terá quando tiver consciência de que é absolutamente sagrado. (Yogananda)


Nós somos parte de uma existência. Não importa quem você está ferindo, no final das contas estará ferindo a si mesmo. Você pode não se dar conta disso hoje, mas um dia, quando se tornar consciente, você dirá: "Meu Deus! esta ferida foi causada por mim - em mim mesmo!" Você feriu outra pessoa pensando que somos diferentes, esta existência inteira é uma unidade cósmica. A não-violência resulta da compreensão. (0sho)


O que é que faz você pensar que fazer é tão importante? Seja indiferente. Então deixará de ser preocupado com o fazer ou o não fazer, com o sucesso ou o fracasso. O equilíbrio deixará você livre dos dois. Deixe passar a tempestade dos desejos, o fogo da emoção. Seja testemunha deles apenas. A obrigação gera posse, aperto no coração, limitação. Deseje ser nada. Deixe que todas as dualidades morram na sua neutralidade e no seu silêncio. (Sai Baba)


Filhos, não existe a necessidade de acreditarem em uma Mãe divina ou em um Deus no céu. É suficiente que acreditem em vocês mesmos. Tudo está dentro de vocês. Mergulhem nas profundezas de sua alma e vocês descobrirão todo o tesouro. (Amma)




Tem coisas que ainda não concordo, mas acredito que seja por conta de minha imaturidade espiritual :)

Boa noite!

sábado, 14 de março de 2009

Sabedoria.


Quem sou eu? É a única pergunta que vale a pena ser feita e a
única que jamais é respondida.
É seu destino desempenhar uma infinidade de papéis, mas esses
papéis não são você.
O espírito não é localizado, mas deixa atrás de si uma impressão
digital que chamamos de corpo.
Um mago não acredita ser um evento localizado
que sonha com um mundo maior.
Um mago é um mundo que sonha com eventos localizados.




O que nos limita em primeiro e último lugar na vida mortal são os nomes, os rótulos e as definições. Ter um nome é útil — ele permite que você saiba que certidão de nascimento é a sua — mas ele rapidamente se transforma numa limitação. Seu nome é um rótulo. Ele o define como
tendo nascido num determinado lugar e hora, filho de pais específicos. Passados alguns anos, seu nome o define como alguém que frequenta tal escola, e depois que tem tal profissão. Aos trinta anos, sua identidade está enclausurada numa caixa de palavras. As paredes da caixa podem consistir no seguinte: "Católico, advogado fiscal, formado por Cornell, casado, três filhos e uma hipoteca." Esses fatos podem não estar errados, mas são enganadores. Eles encerram em condições um espírito incondicionado.

Muitas dessas limitações parecem pertencer a você quando na verdade pertencem ao seu corpo, e você é bem mais do que seu corpo. O mago tem um relacionamento peculiar com seu corpo. Ele o vê como um fragmento de consciência que toma forma no mundo, mais ou menos como as pedras, as árvores, as montanhas, as palavras, os desejos e os sonhos fluem e tomam forma. O fato de o desejo ou o sonho ser insubstancial, enquanto nosso corpo é sólido, não perturba o mago.
Os magos são desprovidos do nosso preconceito comum que iguala o"sólido" ao "real".

O mago não julga ser um evento local sonhando com um mundo mais amplo. O mago é um mundo sonhando com eventos locais. Ele não é restringido por limites. Os mortais não poderiam existir sem limites. O corpo deles define quem eles são, sem o corpo, a pessoa nem mesmo poderia saber onde é seu lar, visto que o lar é onde o corpo encontra abrigo e repouso. No entanto, Merlim não se considerava um sem-lar. Ele disse:
— Este corpo é como uma pousada que serve de lar aos meus pensamentos, mas eles entram e saem tão rápido que poderíamos dizer que eles vivem no ar. Mais uma vez, supomos que os pensamentos entram e saem da nossa cabeça, mas não podemos prová-lo. Quem já viu um
pensamento antes de ele surgir? Quem segue o pensamento aonde ele vai depois? Merlim não conseguia entender por que os mortais queriam se agarrar ao corpo.

— Aceito dizer que este pacote de carne e osso seja "eu" —disse ele —, mas somente se aquela montanha, aquele pasto e aquele castelo também forem "eu". Um corpo mortal não era melhor, aos olhos de Merlim, do que um cabide no qual crenças, receios, preconceitos e sonhos foram
deixados pendurados. Se você pendurar casacos demais num cabide, você não mais poderá vê-lo. Foi isso que os mortais fizeram com o corpo, disse Merlim. É impossível enxergar a verdade do corpo humano — que ele é um rio de consciência que circula através do tempo — porque muito peso do passado acumulou-se nele.


(Deepak Chopra)

sábado, 7 de março de 2009

O Caminho do Mago


Os magos não acreditam na morte. A luz da
consciência, tudo está vivo.
Não existem inícios ou fins. Para o mago, eles não
passam de elaborações mentais.
Para viver mais plenamente, é preciso morrer para o
passado.
As moléculas se dissolvem e se extinguem, mas a consciência
sobrevive à morte da matéria na qual ela viaja.


Todas as histórias a respeito de Merlim, mesmo as mais confusas, tinham como certo que ele vivia às avessas no tempo. Na sua época, isso causava uma grande consternação entre os mortais. O velho mago gritava "Cuidado!" um segundo depois de Artur ter derramado água quente em si mesmo. Ele aparecia inesperadamente nos enterros e dava pancadinhas debaixo do queixo do cadáver como se este fosse um bebê recém-nascido. Se isso já não fosse estranho o bastante, os aldeões sussurravam que Merlim fora visto nos cemitérios oferecendo presentes de batizado às lousas das sepulturas.
—Você pode me explicar por que você vive às avessas no tempo? — perguntou certa vez o menino Artur.
—Porque todos os magos vivem assim —respondeu Merlim.
—E por quê?
—Porque essa é a nossa escolha. Ela tem muitas vantagens.
—Não consigo ver nenhuma — insistiu Artur, pensando nos estranhos hábitos de Merlim, como o de tomar o café da manhã antes de ir para a cama.
—Venha, vou lhe mostrar — disse Merlim, saindo com Artur da gruta de cristal. Era um dia quente de verão, o sol estava a pino e as rosas silvestres curvavam-se, quase tocando o chão.
—Agora — disse Merlim, entregando uma pá ao menino. — Comece a cavar uma vala daqui até ali, e não pare enquanto eu não mandar.
Artur pôs mãos à obra, cavando com toda a força. Uma hora depois, estava exausto, mas Merlim ainda não havia dito para ele parar.
—Já é suficiente? — perguntou o menino. Merlim olhou para a vala, que devia ter mais ou menos dois metros de extensão por sessenta centímetros de profundidade.
—Sim, já está bom — respondeu Merlim. — Agora encha o buraco de novo.
Apesar de acostumado a obedecer, Artur não gostou muito dessa ordem. Suando e de cara amarrada, ele labutou debaixo do sol causticante até encher inteiramente a vala.
—Sente-se agora do meu lado — disse Merlim. — O que você achou desse trabalho?
—Completamente despropositado — deixou escapar Artur.
—Exatamente, e o mesmo acontece com quase todo esforço humano. Mas a falta de propósito só é descoberta tarde demais, depois que o trabalho já foi feito. Se você vivesse às avessas no tempo, você teria percebido que cavar aquela vala era despropositado e não teria nem começado o trabalho.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Amizade





Não tem cor, não tem idade, não tem sexo, não tem espécie =)
Você não escolhe, ela simplesmente acontece.

Eles são leais, nos dão carinho, nos respeitam, nos apoiam da maneira deles.

Só quem tem um animal sabe o quanto amigo ele é..o quanto ele gosta de nós e o quanto nós gostamos deles.


Viva a amizade.


(foto: Leco me dando um abraço de bom dia)

domingo, 18 de janeiro de 2009

Natureza



http://www.youtube.com/watch?v=hXJ-vpan-jc


Queria que a natureza perdoasse nossas falhas.
Perdoar nossa incapacidade em conservar, usufruir sem degradar e utilizar racionalmente os recursos naturais do meio ambiente, destruindo em poucos dias o que a natureza levou milhões de anos para construir.

Perdoar pelas queimadas criminosas que poluem o ambiente e ceifam milhares de vidas silvestres.

Perdoar pela nossa falta de misericórdia, pela violação dos santuários ecológicos, pelo desmatamento, pela pesca indiscriminada e pela poluição dos rios.

Perdoar pelos derramamentos de petróleo nos mares, pelas aves agonizantes que morrem sem poder livrar-se do óleo em suas penas.
Essa hemorragia negra e nefasta, que de quando em quando deixamos sangrar nos mares.

Enfim, perdoar essas criaturas tão racionais da moderna civilização tecnológica, por não saberem compartilhar o planeta com outros seres vivos, por ignorarem o que significa conviver pacificamente com a natureza, e por não perceberem que ainda dependem dela.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Quase morte


uma parada cardíaca, monitorando o cérebro, verá que a atividade deste cessa em até 8 seg, e se desativa. A neurociência nos mostra que não há experiência sem função cerebral. Então, quando o cérebro para, toda a experiência cessa. Se por algum motivo não cessar, podemos afirmar que a mente e o cérebro não são a mesma coisa.
(Dr Peter Ferwick; neurologista e neuropsiquiatra)

O Dr. Michael Sabom, cardiologista de Atlanta, Georgia, afirma que, "se fosse possível fazer uma experiência de laboratório em que se pudesse levar alguém ao limiar da morte, ou até mesmo a morte, e trazer essa pessoa de volta e perguntar do que se lembra, o caso de Pam Heynolds seria o mais próximo dessa experiência". Pam Reynolds tinha um grande aneurisma cerebral, na base do crânio. O 1º neurologista não lhe deu esperança. Já o Dr. Robert Spetzler, neurocirurgião, contrariando os prognósticos, resolveu assumir o caso.
Ele descreve a cirurgia como muito delicada, pois:
1) A temperatura corporal do paciente seria reduzida, ficando entre 10º e 15º C.
2) O coração e respiração parariam.
3) A função cerebral cessaria (em até 8 seg. após a parada cardíaca), e todo o sangue seria retirado da cabeça.

A paciente tinha de estar clinicamente morta durante toda a cirurgia, sem qualquer atividade neural ou metabólica, inclusive. Antes desse "trauma", o paciente é anestesiado, suas vistas são cobertas, dispositivos são colocados no seu ouvido para monitorar o cérebro. O paciente é completamente coberto, exceto o crânio, área de intervenção.

Hoje a Sra Reynolds afirma recordar-se da preparação antes de entrar na sala. A próxima recordação dela é de um som gutural, como uma broca (sala de dentista) e sentir o topo da cabeça formigando. Há aqui os costumeiros relatos de "efeitos especiais", como luzes, sensação de leveza, paz, etc.

A coisa fica interessante quando ela descreve os instrumentos, bastante incomuns e específicos, usados pela equipe cirúrgica em sua operação. Ela presumira que abririam seu crânio com "uma serra", mas descreve, espantadamente, que usaram algo similar a uma furadeira, descrevendo ainda as brocas e caixa de ferramentas onde estas estavam guardadas. A pesquisa viria a confirmar que se tratava de uma mini-serra circular (segundo o relato oficial da cirurgia), de estética similar a uma furadeira. Relata ainda que uma das médicas falou que suas artérias (a da paciente) eram muito pequenas. "Parecia que eles estavam mexendo muito embaixo (virilha). Eu lembro de pensar: o que estão fazendo? É uma cirurgia no cérebro. Eles iam retirar o sangue das artérias femorais. Não entendi isso". Também relata a conversa entre os cirurgiões que iriam ligá-la à máquina "coração-pulmão", dentre outras, com precisão.

O Dr. Michael confrontou o relato da Sra Reynolds com o relatório oficial da cirurgia, correspondendo perfeitamente com o que ocorreu na realidade. Detalhe: existiam instrumentos que até o Dr. Michael desconhecia, por serem por demais específicos, descritos pela paciente. Um instrumento, que ela descreveu como uma "escova elétrica", ele achou ridículo. Pediu uma foto para ver o instrumento e, espantado, percebeu que parecia mesmo com uma escova elétrica (o médico, Dr. Michael, não conhecia dada a natureza nada comum do objeto).

O Dr. Spetzler não acha possível que ela tenha visto os instrumentos cirúrgicos na sala de cirurgia: "A broca, por exemplo, estava guardada. Estava tudo coberto dentro das embalagens. Só abrimos as embalagens com o paciente dormindo para manter o ambiente estéril". Sobre que foi ouvido, ele afirma: "Nesse estado da operação ninguém pode ver ou ouvir coisa alguma. E me parece inconcebível que ela tenha ouvido. Fora isso, havia dispositivos em seus ouvidos. Seria impossível ela ouvir". Ele ainda conclui: "Não tenho explicação para o que aconteceu. Não sei como aconteceu, considerando o estado fisiológico dela. Mas, já vi tantas coisas que não posso explicar que não sou arrogante a ponto de dizer que não pode ter acontecido".

Um outro caso, relatado pelo documentário "One Step Beyond", também do Discovery Channel, envolve uma mulher cega (Vicky Noratuck) que se viu, pela primeira vez, numa mesa de operação... onde ela esteve clinicamente morta (e ela estava flutuando no teto e se reconheceu pelo anel de casamento).


Referência: Near-death experience in survivors of cardiac arrest: a prospective study in the Netherlands; Vídeo: 48 Hours with Dan Rather, NDE Special (1997), Topic: "To Hell and Back" , "The Medium and The Message" with James von Prague; "Life After Death", the Pam Reynolds near-death story with Michael Sabom (wmv file 42 min. 151 meg) Vídeo: TLC "Life and Death" (Part 1), (1997), "The Near-Death Experience", with Pam Reynolds, Michael Sabom. "Dreams of Dying" (wmv file 42 min. 167 meg) Vídeo: TLC "Life and Death" (Part 2), (1997), "Visions of Heaven", "Visions of Hell". (wmv file 43 min. 167 meg)






O que eu tenho a dizer sobre isso é o de sempre: tem coisas que a ciência, sozinha, nunca será capaz de explicar!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Novo ano.

Primeiro post do ano.
Okay, esqueci daqui, Momentaneamente.
(Viciei em videogames. Marvel Ultimate Alliance e Age of Empires III são irados.)

2009 promete ser um ano diferente.
Para os Maias, é um ano de desastres naturais acentuados, (mais) conflitos entre os povos e sobretudo um ano que marca o início de uma grande transformação espiritual (que inclui mais um monte de previsões) . É difícil explicar tudo o que eles preveram para esse ano. Queria saber como eles nunca erraram uma. Suas profecias sempre batem com tudo que está acontecendo, sem dúvida, um povo muito sábio.

Para mim também é um ano bem diferente, posso dizer que estou começando a entrar na vida de jovem adulta. Responsabilidades dobradas, Auto-Escola, Vida acadêmica mais puxada. O começo de uma vida "normal" para qualquer universitário que se preze.
Acho que meu maior desafio para esse ano será conciliar as responsabilides (aumentadas) com coisas que eu gosto e não quero deixar de fazer (atividade física, Yoga, ler livros não-acadêmicos) sinto que mal tive tempo para essas coisas semestre passado, a dedicação foi exclusiva da universidade e mesmo assim o resultado não foi o esperado.

Saber ter tempo é um desafio de todo mundo, sempre. Tempo de meditar.




“A mente é a especialidade do budismo, não considero o budismo uma religião, não perdemos tempo discutindo Deus, é irrelevante. Buscamos saber como a mente funciona. Precisamos afinar a percepção de nossa realidade, aí é que entra a meditação. Uma mente mais tranqüila responde melhor aos desafios da vida.”

(Matthie Ricard, monge budista considerado o homem mais feliz do mundo.)