sábado, 20 de dezembro de 2008

Incógnita?




O que pode ser fator determinante na crença em espíritos?
Não tenho uma religião definida, mas já fui espírita e hoje sou simpatizante do espiritismo e de religiões orientais (budismo principalmente).
Não sei se por causa da minha família, mas sempre acreditei que existe algo do outro lado, algo que está além de nossa compreensão, algo que a ciência nunca será capaz de provar, gosto de acreditar no mistério e no inexplicável.

Também já passei por situações no mínimo estranhas, mas são poucas as pessoas que sabem disso, só as que viram na hora e àquelas nas quais eu sabia que se contasse não seria taxada de doida. Não vou entrar em detalhes sobre o que são espíritos e por que estão aqui, fugiria do objetivo do meu post.

Um dia estava assistindo CSI e uma fala me chamou atenção, era mais ou menos assim:
Havia dois homens das cavernas na floresta, um viu/ouviu algo estranho e fugiu, afim de preservar sua vida. O outro indivíduo não tinha medo, ficou. Possuímos os genes daquele que fugiu. Daquele que acreditou que havia algo estranho. No mais íntimo de nosso ser, somos "forçados" a acreditar no que não pode ser visto.

Será que foi daí que se originou a fé? Acreditar em coisas não concretas é fruto do instinto de auto-preservação? Ou do medo do desconhecido?
Fé é um sentimento muito poderoso, ela vê o invisível, acredita no inacreditável, recebe o impossível. Para a ciência é muito fácil dizer que espíritos, Deus (ou seus outros 50 nomes) não existam, afinal não há provas de que existam, mas também não há provas de que não existam.

Eu tenho a cabeça bastante aberta pra essas coisas de espíritos, reecarnação etc. Pois acredito que a vida é complexa demais pra chegar aqui e parar aqui. Acredito haver algo mais além do que não pode ser visto. Conhecemos muito pouco de nós mesmos.

Há quanto tempo existimos? Há milênios não é? Esse tempo todo e ainda nem nos conhecemos direito, há sempre descobertas na área da medicina e da psicologia. Quem dera conhecermos nosso próprio planeta, o universo nem comento. Existe manual de uma câmera digital, de um super-computador, de um sistema de segurança altamente eficiente, mas não existe um manual do homo sapiens porque ninguém sabe tudo de homo sapiens. Ninguém explica se na experiência de quase-morte é delírio do cérebro ou se realmente a pessoa vê entidades cuidando dela e falando com ela, ninguém sabe quando a vida começa.. se é na concepção ou a partir da formação do cérebro, ou como um copo de vidro desliza na mesa até cair no chão...e como ele havia sido lavado há pouco...você consegue ver na mesa o rastro de água deixado por ele e a melhor parte é que você não está maluco(a) porque não foi a única pessoa que viu! Ou então quando você está indo pegar sua toalha para tomar banho e e OUVE claramente uma forma indefinida passar por você, então você grita, cai no chão de susto, sua pressão baixa e todo mundo vai correndo para onde você está. ( tá certo que essas últimas duas coisas não acontecem com todo mundo, mas acontecem. São experiências próprias.)

Esses "fenômenos" estranhos não acontecem em contradição com a vida, mas apenas em contradição com o que conhecemos da vida.



Ps.: Recomendo o post de hoje de um dos blogs que acompanho, http://www.saindodamatrix.com.br/



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