sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Amizade





Não tem cor, não tem idade, não tem sexo, não tem espécie =)
Você não escolhe, ela simplesmente acontece.

Eles são leais, nos dão carinho, nos respeitam, nos apoiam da maneira deles.

Só quem tem um animal sabe o quanto amigo ele é..o quanto ele gosta de nós e o quanto nós gostamos deles.


Viva a amizade.


(foto: Leco me dando um abraço de bom dia)

domingo, 18 de janeiro de 2009

Natureza



http://www.youtube.com/watch?v=hXJ-vpan-jc


Queria que a natureza perdoasse nossas falhas.
Perdoar nossa incapacidade em conservar, usufruir sem degradar e utilizar racionalmente os recursos naturais do meio ambiente, destruindo em poucos dias o que a natureza levou milhões de anos para construir.

Perdoar pelas queimadas criminosas que poluem o ambiente e ceifam milhares de vidas silvestres.

Perdoar pela nossa falta de misericórdia, pela violação dos santuários ecológicos, pelo desmatamento, pela pesca indiscriminada e pela poluição dos rios.

Perdoar pelos derramamentos de petróleo nos mares, pelas aves agonizantes que morrem sem poder livrar-se do óleo em suas penas.
Essa hemorragia negra e nefasta, que de quando em quando deixamos sangrar nos mares.

Enfim, perdoar essas criaturas tão racionais da moderna civilização tecnológica, por não saberem compartilhar o planeta com outros seres vivos, por ignorarem o que significa conviver pacificamente com a natureza, e por não perceberem que ainda dependem dela.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Quase morte


uma parada cardíaca, monitorando o cérebro, verá que a atividade deste cessa em até 8 seg, e se desativa. A neurociência nos mostra que não há experiência sem função cerebral. Então, quando o cérebro para, toda a experiência cessa. Se por algum motivo não cessar, podemos afirmar que a mente e o cérebro não são a mesma coisa.
(Dr Peter Ferwick; neurologista e neuropsiquiatra)

O Dr. Michael Sabom, cardiologista de Atlanta, Georgia, afirma que, "se fosse possível fazer uma experiência de laboratório em que se pudesse levar alguém ao limiar da morte, ou até mesmo a morte, e trazer essa pessoa de volta e perguntar do que se lembra, o caso de Pam Heynolds seria o mais próximo dessa experiência". Pam Reynolds tinha um grande aneurisma cerebral, na base do crânio. O 1º neurologista não lhe deu esperança. Já o Dr. Robert Spetzler, neurocirurgião, contrariando os prognósticos, resolveu assumir o caso.
Ele descreve a cirurgia como muito delicada, pois:
1) A temperatura corporal do paciente seria reduzida, ficando entre 10º e 15º C.
2) O coração e respiração parariam.
3) A função cerebral cessaria (em até 8 seg. após a parada cardíaca), e todo o sangue seria retirado da cabeça.

A paciente tinha de estar clinicamente morta durante toda a cirurgia, sem qualquer atividade neural ou metabólica, inclusive. Antes desse "trauma", o paciente é anestesiado, suas vistas são cobertas, dispositivos são colocados no seu ouvido para monitorar o cérebro. O paciente é completamente coberto, exceto o crânio, área de intervenção.

Hoje a Sra Reynolds afirma recordar-se da preparação antes de entrar na sala. A próxima recordação dela é de um som gutural, como uma broca (sala de dentista) e sentir o topo da cabeça formigando. Há aqui os costumeiros relatos de "efeitos especiais", como luzes, sensação de leveza, paz, etc.

A coisa fica interessante quando ela descreve os instrumentos, bastante incomuns e específicos, usados pela equipe cirúrgica em sua operação. Ela presumira que abririam seu crânio com "uma serra", mas descreve, espantadamente, que usaram algo similar a uma furadeira, descrevendo ainda as brocas e caixa de ferramentas onde estas estavam guardadas. A pesquisa viria a confirmar que se tratava de uma mini-serra circular (segundo o relato oficial da cirurgia), de estética similar a uma furadeira. Relata ainda que uma das médicas falou que suas artérias (a da paciente) eram muito pequenas. "Parecia que eles estavam mexendo muito embaixo (virilha). Eu lembro de pensar: o que estão fazendo? É uma cirurgia no cérebro. Eles iam retirar o sangue das artérias femorais. Não entendi isso". Também relata a conversa entre os cirurgiões que iriam ligá-la à máquina "coração-pulmão", dentre outras, com precisão.

O Dr. Michael confrontou o relato da Sra Reynolds com o relatório oficial da cirurgia, correspondendo perfeitamente com o que ocorreu na realidade. Detalhe: existiam instrumentos que até o Dr. Michael desconhecia, por serem por demais específicos, descritos pela paciente. Um instrumento, que ela descreveu como uma "escova elétrica", ele achou ridículo. Pediu uma foto para ver o instrumento e, espantado, percebeu que parecia mesmo com uma escova elétrica (o médico, Dr. Michael, não conhecia dada a natureza nada comum do objeto).

O Dr. Spetzler não acha possível que ela tenha visto os instrumentos cirúrgicos na sala de cirurgia: "A broca, por exemplo, estava guardada. Estava tudo coberto dentro das embalagens. Só abrimos as embalagens com o paciente dormindo para manter o ambiente estéril". Sobre que foi ouvido, ele afirma: "Nesse estado da operação ninguém pode ver ou ouvir coisa alguma. E me parece inconcebível que ela tenha ouvido. Fora isso, havia dispositivos em seus ouvidos. Seria impossível ela ouvir". Ele ainda conclui: "Não tenho explicação para o que aconteceu. Não sei como aconteceu, considerando o estado fisiológico dela. Mas, já vi tantas coisas que não posso explicar que não sou arrogante a ponto de dizer que não pode ter acontecido".

Um outro caso, relatado pelo documentário "One Step Beyond", também do Discovery Channel, envolve uma mulher cega (Vicky Noratuck) que se viu, pela primeira vez, numa mesa de operação... onde ela esteve clinicamente morta (e ela estava flutuando no teto e se reconheceu pelo anel de casamento).


Referência: Near-death experience in survivors of cardiac arrest: a prospective study in the Netherlands; Vídeo: 48 Hours with Dan Rather, NDE Special (1997), Topic: "To Hell and Back" , "The Medium and The Message" with James von Prague; "Life After Death", the Pam Reynolds near-death story with Michael Sabom (wmv file 42 min. 151 meg) Vídeo: TLC "Life and Death" (Part 1), (1997), "The Near-Death Experience", with Pam Reynolds, Michael Sabom. "Dreams of Dying" (wmv file 42 min. 167 meg) Vídeo: TLC "Life and Death" (Part 2), (1997), "Visions of Heaven", "Visions of Hell". (wmv file 43 min. 167 meg)






O que eu tenho a dizer sobre isso é o de sempre: tem coisas que a ciência, sozinha, nunca será capaz de explicar!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Novo ano.

Primeiro post do ano.
Okay, esqueci daqui, Momentaneamente.
(Viciei em videogames. Marvel Ultimate Alliance e Age of Empires III são irados.)

2009 promete ser um ano diferente.
Para os Maias, é um ano de desastres naturais acentuados, (mais) conflitos entre os povos e sobretudo um ano que marca o início de uma grande transformação espiritual (que inclui mais um monte de previsões) . É difícil explicar tudo o que eles preveram para esse ano. Queria saber como eles nunca erraram uma. Suas profecias sempre batem com tudo que está acontecendo, sem dúvida, um povo muito sábio.

Para mim também é um ano bem diferente, posso dizer que estou começando a entrar na vida de jovem adulta. Responsabilidades dobradas, Auto-Escola, Vida acadêmica mais puxada. O começo de uma vida "normal" para qualquer universitário que se preze.
Acho que meu maior desafio para esse ano será conciliar as responsabilides (aumentadas) com coisas que eu gosto e não quero deixar de fazer (atividade física, Yoga, ler livros não-acadêmicos) sinto que mal tive tempo para essas coisas semestre passado, a dedicação foi exclusiva da universidade e mesmo assim o resultado não foi o esperado.

Saber ter tempo é um desafio de todo mundo, sempre. Tempo de meditar.




“A mente é a especialidade do budismo, não considero o budismo uma religião, não perdemos tempo discutindo Deus, é irrelevante. Buscamos saber como a mente funciona. Precisamos afinar a percepção de nossa realidade, aí é que entra a meditação. Uma mente mais tranqüila responde melhor aos desafios da vida.”

(Matthie Ricard, monge budista considerado o homem mais feliz do mundo.)